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terça-feira, 3 de março de 2015

Concurso Cultural "Novo olhar para a saúde" 3° Congresso Paranaense de Saúde Pública

CONCURSO CULTURAL  2015



3o Congresso Paranaense de Saúde Pública, que ocorrerá no período de 27 a 30 de Julho de 2016, na cidade de Matinhos e sua Comissão Organizadora (representantes do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva, Universidade Federal do Paraná setor litoral, 1° Regional de Saúde, as prefeituras Municipais de Antonina, Matinhos, Morretes, Guaraqueçaba, Guaratuba, Paranaguá, Pontal do Paraná e Hospital Regional do Litoral, torna público que realizará um Concurso, de acordo com as exigências estabelecidas em Edital disponível no site da INESCO (atualização do link de acesso). 

O objeto deste concurso consiste na escolha de um trabalho artístico, relativo à participação de artistas e/ou grupos de artistas para a escolha de uma imagem, desenho ou figura que represente o litoral, sua comunidade ou cultura local.

Este concurso tem como objetivo selecionar uma imagem que servirá como elemento ilustrativo do material gráfico do 3° Congresso Paranaense de Saúde Pública. Esta imagem será divulgada em todo material do evento, que por sua vez tem divulgação nacional e internacional (através das parcerias e colaborações das Instituições Participantes). O crédito do autor da obra selecionada será igualmente divulgado e apresentado ao público no primeiro dia do congresso 27 de Julho de 2016. O objetivo desta seleção é difundir a riqueza cultural paranaense. 

A necessidade de selecionar um trabalho artístico decorre do interesse da Comissão Organizadora na divulgação da cultura de moradores do litoral do Paraná em um evento de porte nacional, que terá grande visibilidade. Ademais, a escolha de uma obra faz-se necessária para garantir a participação, a inclusão e a promoção da diversidade cultural litorânea em um evento de grande porte.


Edital - Fazer download



Fonte - INESCO

PAC tem apenas 31,7% das iniciativas concluídas


A segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) terminou, em tese, em 2014. No entanto, de acordo com os últimos dados disponibilizados pelo governo federal, apenas 31,7% das obras previstas foram concluídas. Os dados foram levantados no 11º Balanço do Programa e se referem ao período de janeiro de 2011 a outubro de 2014. 

Ao todo, 54.095 empreendimentos estavam previstos para o período de 2011 a 2014, mas somente 17.148 ficaram prontos até outubro o ano passado. O montante, porém, representa aumento em relação aos 15,5% de obras que estavam prontas até abril do ano passado. O número de empreendimentos concluídos passou de 7.702 para 17.148. 

De acordo com o Ministério do Planejamento, responsável pela coordenação do programa, as obras que fazem parte da carteira de investimentos do PAC são de seleções de empreendimentos em datas diferentes. 

segunda-feira, 2 de março de 2015

Previdência restitui taxas de inscrição de concurso de 2012

Órgão começa a fazer a devolução a partir da semana que vem. Candidatos devem informar dados para pagamento.




A Paranaguá Previdência informa que estará restituindo os valores pagos a título de “Taxa de Inscrição” do Concurso Público nº 001/2012, que foi cancelado. Os candidatos com inscrições homologadas devem enviar seus nomes completos, CPF e números de agência e conta (poupança ou corrente) para a devolução do valor. 

Os dados devem ser enviados para o e-mail diradmf@paranaguaprev.com.br, ou por carta registrada para o seguinte endereço: Paranaguá Previdência, Av. Gabriel de Lara, 1.307, Leblon, Paranaguá-PR, CEP: 83.203.550. Ou, ainda, podem ser entregues pessoalmente na sede do órgão. 

Devolução em nome de terceiros

Os candidatos que optarem pelo crédito em nome de terceiro deverão comparecer devidamente identificados e com os dados para crédito na sede da Paranaguá Previdência a partir de 2/3/2015, das 14h às 17h para assinatura de autorização específica. 

A relação completa de inscrições homologadas poderá ser verificada na página
www.paranaguaprevidencia.com.br em Notícias > Concurso Público.


Um país conflagrado

Caldeirão social fervilha em meio a brigas de militantes nas ruas, paralisações de rodovias por caminhoneiros, greves de professores e metalúrgicos e uma população cada vez mais revoltada com o aumento do desemprego e do custo de vida. Aonde vamos parar?

Eumano Silva
No final da tarde da terça-feira 24, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se dirigiu à sede da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no centro do Rio de Janeiro, para participar de uma manifestação em favor do governo Dilma Rousseff. Organizado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e pela Federação Única dos Petroleiros (FUP), o ato público tinha por mote a “defesa da Petrobras”, bandeira política empunhada pelo PT para tentar se contrapor ao bilionário escândalo de corrupção estourado há quase um ano pelos investigadores da Operação Lava Jato. A reunião programada para dar demonstração de força de setores alinhados com as causas governistas, no entanto, transformou-se num lamentável retrato do grau de radicalização e intolerância que tomou conta do País nos últimos tempos. Antes mesmo da chegada de Lula, os cerca de 500 militantes que o aguardavam entraram em confronto físico com duas dezenas de pessoas que se dirigiram ao local para gritar contra o governo e a corrupção. A partir desse momento, o espaço em frente à sede da ABI virou ringue de pancadaria entre os ativistas. As lamentáveis cenas remetiam aos insanos embates entre torcidas organizadas de futebol. De um lado, as tradicionais cantorias “olê, olê, Lula, Lula” e, do outro, os gritos de “Lula, ladrão, Lula, ladrão”. A troca de sopapos só terminou depois que a PM chegou. Do lado de dentro da associação, Lula jogava gasolina na fogueira fazendo uma convocação belicosa recheada de expressões como “luta” e “guerra”.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Ferrovia 130 Anos


Caminhos do Paraná

Antes mesmo de as locomotivas apitarem rumo ao Litoral paranaense, o percurso sinuoso através de montanhas e vales da Serra do Mar já era plenamente conhecido pelos índios. Com o passar do tempo, essas vias de ligação tornaram-se fundamentais para aproximar comercialmente o planalto curitibano à região litorânea. Também foi por esses caminhos que a ocupação do território pelos portugueses se intensificou a partir do século 17.