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segunda-feira, 25 de maio de 2015

Jazz, comida e tempo bom atraem milhares a Morretes

Festival de jazz atraiu milhares de pessoas a Morretes neste fim de semana. | Brunno Covello/Gazeta do Povo
Ao som do jazz, milhares de pessoas lotaram o centro histórico de Morretes, neste sábado (23) e domingo (24). 
A música transformou a cidade em um palco ao ar livre, e famílias com crianças e jovens aproveitaram o dia ensolarado e quente para acompanhar os shows da 1.ª edição do Nhundiaquara Jazz Festival. O evento contou também com uma feirinha gastronômica com dezenas de opções de comida e food trucks. Segundo a prefeitura, o festival recebeu entre 12 e 15 mil pessoas, a maioria vindo de Curitiba, nos dois dias.

sábado, 9 de maio de 2015

Participe do Nhundiaquara Jazz Festival, em Morretes

O evento, que tem o apoio da RPC, vai trazer 14 concertos a cidade

Participe do Nhundiaquara Jazz Festival, em Morretes (Foto: Divulgação)
Participe do Nhundiaquara Jazz Festival, em Morretes (Foto: Divulgação)


A cidade de Morretes, no litoral do estado, vai receber nos dias 23 e 24 de maio, a 1ª Edição do Nhundiaquara Jazz Festival. Ao todo, o evento musical terá 14 concertos gratuitos, no centro da cidade histórica, que fica a cerca de 80 quilômetros de Curitiba.
O festival, que tem o apoio da RPC, vai se dividir em dois palcos espalhados pelo “Corredor do Jazz”, espaço em que vai se transformar o centro histórico da cidade fundada por jesuítas, em 1733.
Os shows vão contempla músicos locais como a cantora Rogéria Holtz e o grupo Na Tocaia, o saxofonista Helinho Brandão e a cantora Iria Braga. Há ainda nomes nacionais de peso como o sanfoneiro Renato Borghetti e o saxofonista carioca Léo Gandelman com a participação doSerginho Trombone.  Além diisso, o festival traz ainda, uma atração internacional: o trio alemão ELF, que se apresenta no sábado (23)
Confira a programação completa e se divirta ao lado da RPC:

domingo, 3 de maio de 2015

Meu Paraná destacou a importância da cultura africana na capital

Mostramos um pedaço da herança deixada pelos negros, em Curitiba

Meu Paraná cultura negra (Foto: Reprodução/ RPC)Meu Paraná mostrou como a cultura negra está presente em Curitiba (Foto: Reprodução/ RPC)
Curitiba tem fama de ser um enorme mosaico cultural com grande influência dos imigrantes que vieram da Europa e do Oriente, a partir do final do século XIX.
Mas antes disso, a capital já era fortemente marcada por outras culturas: os índios, os protugueses e também os africanos. É uma cultura que ainda está muito presente no nosso dia a dia, mas nem sempre é destacada.
Meu Paraná deste sábado (20) mostrou um pedaço da herança deixada pelos negros e a luta desse povo para vencer o preconceito.
Alguns dos elementos  que representam a herança dos negros estão muito ligados com a arte. Berimbau, atabaque e agogô. São alguns dos instrumentos da cultura africana que soam pelos quatro cantos de Curitiba. A marca da cultura negra está presente na música e também na religião de moradores da capital.
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Fonte - Rede Globo  - vídeos do Meu Paraná

A histórica Paranaguá, veja o que a cidade mais antiga do estado oferece aos turistas

Meu Paraná - Paranaguá (Foto: Reprodução/RPC)

O Aquário de Paranaguá possui mais de 200 espécies de peixes e animais marinhos
(Foto: Reprodução/RPC)




Meu Paraná deste sábado (3) foi até Paranaguá para conhecer atrações que tem tudo a ver com as nossas raizes. A cidade mais antiga do estado foi fundada no ano de 1648. Porém, pelo menos 100 anos antes, os primeiros portugueses já andavam por ali.
No primeiro bloco, o Meu Paraná aproveita para caminhar pela nossa história na Ilha da Cotinga, na Baia de Paranaguá, onde está localizada a Igreja de Nossa Senhora das Mercês, a mais antiga do nosso estado.

Durante o percurso, descobrimos também muitas curiosidades sobre a Igreja Nossa Senhora do Rosário e a Igreja de São Benedito.

No segundo bloco, o Meu Paraná faz um passeio de barco pela Baia de Paranaguá e pelo tão famoso Porto de Paranaguá.
Na volta ao trapiche, o Meu Paraná foi conhecer atrações modernas como o Aquário de Paranaguá, com mais de 200 especies de peixes e animais marinhos. Em alguns tanques é possível ter a experiência incrível de tocar em espécies que habitam o nosso mar.







RFonte - Rede Globo > Meu Paraná

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Família diz ter comprado linguiça recheada com maconha




Linguicinha recheada com uma erva que parece maconha frustrou churrasco de família de Paranaguá.
CHURRASCO FRUSTRADO

Produto foi comprado em um supermercado de Paranaguá e estava recheado de uma erva que tem textura, forma e cheiro de maconha. Material foi encaminhado para perícia

Uma família de Paranaguá tomou um susto na hora de fazer o churrasco no último domingo (19). A linguiça tipo toscana que seria servida como aperitivo para os convidados estava recheada com uma erva semelhante a maconha.

Tudo ocorria normalmente até que, ao cortar a linguicinha que estava assada, o cheiro de maconha se espalhou pela casa. O assunto veio a público após a parnanguara Ana Alves postar imagens do churrasco frustrado em uma rede social.
A 1ª Subdivisão Policial de Paranaguá informou que um boletim de ocorrência sobre o caso foi registrado na manhã desta quarta-feira (22) pela família que alega que a linguiça estava recheada com maconha. O delegado adjunto, Nilson Santos Diniz, disse à Gazeta do Povo que encaminhou o material para exame pericial.
“Embora o material seja muito semelhante a maconha em sua textura, forma e cheiro, somente após os resultados apresentados pela perícia vamos definir os rumos da investigação. Se for constatado que a substância encontrada na linguiça é entorpecente, vamos investigar o crime de tráfico de drogas e descobrir em que local a substância foi inserida no produto”, diz. O resultado do exame deve sair em 30 dias.
O gerente do estabelecimento, Vicente Vilaça informou à reportagem que a cliente já havia reclamado do “recheio” da linguicinha. “Em 32 anos de varejo, nunca havia me deparado com um fato semelhante a este, mas nos colocamos a disposição para esclarecimentos e também para ressarcir o nosso cliente. Encaminhamos o assunto para a empresa fabricante do produto”, disse Vicente.